sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

CADA UMA...



Está acontecendo em todo o Estado do Paraná, greve da Polícia Civil.


O motivo da greve está atrelado ao salário, baixo segundo eles, de seus agentes.

Até aí tudo está dentro da ordem natural do desenvolvimento de um protesto de uma classe trabalhadora.

O que causa espanto é que, para pressionar o governo, os agentes estão promovendo a chamada Operação Padrão, isto é, estão criteriosamente passando etapa por etapa a tentativa de solucionar as ocorrências que são registradas.

Em resumo, estão trabalhando dentro do limite máximo de desempenho em suas áreas.

Não é para impressionar o zelo da classe?

Pensa comigo; vão trabalhar direitinho porque acham que ganham pouco.

Então é melhor deixar assim como está.

Se obtiverem aumento voltaremos a ter a polícia despreparada de sempre.

26/02/10

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

O que é o tempo? Se ninguem me pergunta,eu sei.
Mas se tenho que explicar,não sei.
                                                        Santo Agostinho



sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Pura verdade-Arnaldo Jabor


Jabor - Gostem ou não, o texto é imperdível!








- Brasileiro é um povo solidário. Mentira.



Brasileiro é babaca.



Pagar 40% de sua renda em tributos e ainda dar esmola para pobre na rua ao invés de cobrar do governo uma solução para pobreza;

Aceitar que ONG's de direitos humanos fiquem dando pitaco na forma como tratamos nossa criminalidade. ..

Não protestar cada vez que o governo compra colchões para presidiários que queimaram os deles de propósito, não é coisa de gente solidária.

É coisa de gente otária.











- Brasileiro é um povo alegre. Mentira. Brasileiro é bobalhão.



Fazer piadinha com as imundices que acompanhamos todo dia é o mesmo que tomar bofetada na cara e dar risada.

Depois de um massacre que durou quatro dias em São Paulo, ouvir o José Simão fazer piadinha a respeito e achar graça, é o mesmo que contar piada no enterro do pai.

Brasileiro tem um sério problema.

Quando surge um escândalo, ao invés de protestar e tomar providências como cidadão, ri feito bobo.



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- Brasileiro é um povo trabalhador. Mentira.



Brasileiro é vagabundo por excelência.

O brasileiro tenta se enganar, fingindo que os políticos que ocupam cargos públicos no país, surgiram de Marte e pousaram em seus cargos, quando na verdade, são oriundos do povo.

O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado ao ver um deputado receber 20 mil por mês, para trabalhar 3 dias e coçar o saco o resto da semana, também sente inveja e sabe lá no fundo que se estivesse no lugar dele faria o mesmo.

Um povo que se conforma em receber uma esmola do governo de 90 reais mensais para não fazer nada e não aproveita isso para alavancar sua vida (realidade da brutal maioria dos beneficiários do bolsa família) não pode ser adjetivado de outra coisa que não de vagabundo.



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- Brasileiro é um povo honesto. Mentira..



Já foi; hoje é uma qualidade em baixa.

Se você oferecer 50 Euros a um policial europeu para ele não te autuar, provavelmente irá preso.

Não por medo de ser pego, mas porque ele sabe ser errado aceitar propinas.

O brasileiro, ao mesmo tempo em que fica indignado com o mensalão, pensa intimamente o que faria se arrumasse uma boquinha dessas, quando na realidade isso sequer deveria passar por sua cabeça.



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- 90% de quem vive na favela é gente honesta e trabalhadora. Mentira.



Já foi.

Historicamente, as favelas se iniciaram nos morros cariocas quando os negros e mulatos retornando da

Guerra do Paraguai ali se instalaram.

Naquela época quem morava lá era gente honesta, que não tinha outra alternativa e não concordava com o crime.

Hoje a realidade é diferente.

Muito pai de família sonha que o filho seja aceito como 'aviãozinho' do tráfico para ganhar uma grana legal.

Se a maioria da favela fosse honesta, já teriam existido condições de se tocar os bandidos de lá para fora, porque podem matar 2 ou 3 mas não milhares de pessoas.

Além disso, cooperariam com a polícia na identificação de criminosos, inibindo-os de montar suas bases de operação nas favelas.

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- O Brasil é um pais democrático. Mentira.



Num país democrático a vontade da maioria é Lei.

A maioria do povo acha que bandido bom é bandido morto, mas sucumbe a uma minoria barulhenta que se apressa em dizer que um bandido que foi morto numa troca de tiros, foi executado friamente.

Num país onde todos têm direitos mas ninguém tem obrigações, não existe democracia e sim, anarquia.

Num país em que a maioria sucumbe bovinamente ante uma minoria barulhenta, não existe democracia, mas um simulacro hipócrita.

Se tirarmos o pano do politicamente correto, veremos que vivemos numa sociedade feudal: um rei que detém o poder central (presidente e suas MPs), seguido de duques, condes, arquiduques e senhores feudais (ministros, senadores, deputados, prefeitos, vereadores).

Todos sustentados pelo povo que paga tributos que têm como único fim, o pagamento dos privilégios do poder. E ainda somos obrigados a votar.



Democracia isso? Pense !



O famoso jeitinho brasileiro.

Na minha opinião, um dos maiores responsáveis pelo caos que se tornou a política brasileira.

Brasileiro se acha malandro, muito esperto.

Faz um 'gato' puxando a TV a cabo do vizinho e acha que está botando pra quebrar.

No outro dia o caixa da padaria erra no troco e devolve 6 reais a mais, caramba, silenciosamente ele sai de lá com a felicidade de ter ganhado na loto... malandrões, esquecem que pagam a maior taxa de juros do planeta e o retorno é zero. Zero saúde, zero emprego, zero educação, mas e daí?

Afinal somos penta campeões do mundo né?? ?

Grande coisa...



O Brasil é o país do futuro. Caramba , meu avô dizia isso em 1950. Muitas vezes cheguei a imaginar em como seria a indignação e revolta dos meus avôs se ainda estivessem vivos.

Dessa vergonha eles se safaram...

Brasil, o país do futuro !?

Hoje o futuro chegou e tivemos uma das piores taxas de crescimento do mundo.



Deus é brasileiro.

Puxa, essa eu não vou nem comentar...



O que me deixa mais triste e inconformado é ver todos os dias nos jornais a manchete da vitória do governo mais sujo já visto em toda a história brasileira.

Para finalizar tiro minha conclusão:





O brasileiro merece! Como diz o ditado popular, é igual mulher de malandro, gosta de apanhar. Se você não é como o exemplo de brasileiro citado nesse e-mail, meus sentimentos amigo, continue fazendo sua parte, e que um dia pessoas de bem assumam o controle do país novamente.

Aí sim, teremos todas as chances de ser a maior potência do planeta.

Afinal aqui não tem terremoto, tsunami nem furacão.

Temos petróleo, álcool, bio-diesel, e sem dúvida nenhuma o mais importante: Água doce!



Só falta boa vontade, será que é tão difícil assim?





Arnaldo Jabor





FAÇA A SUA PARTE (SE QUISER)



REPASSE

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Tire a sua conclusão

Um motociclista morreu na noite de ontem (16) após uma briga de trânsito na rodovia PR-445, em Londrina, de acordo com o Bonde.




O motociclista de 50 anos morreu após sofrer uma queda e se chocar contra uma barra de proteção. Testemunhas disseram que ele tentou chutar o retrovisor de um carro que o teria fechado minutos antes.



O homem usava capacete, mas na hora do acidente havia levantado para discutir com o motorista do carro. le teve um trauma de face grave com fratura exposta e também um trauma de crânio. Quando o Siate chegou ao local, o motociclista ainda estava vivo, mas acabou tendo uma parada cardíaca dentro da ambulância e morreu.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O grito do urutau




Para quem nasceu e passou a infância no interior, em lugares ermos, escuros, sem a iluminação das cidades, cheios de crendices e povoados por assombrações, casos misteriosos, contados pelos mais antigos, que, ou haviam testemunhado estes fatos ou foram-lhes contados por pessoas de confiança e juravam ser verdadeiros.


Embora não passasse de folclore, o povo simples acreditava piamente em tais fatos e todos tinham algum caso para contar, alguma passagem estranha para a qual não havia explicação plausível.

Eu pequeno, não fugia a regra, tinha meus medos e minhas crenças. O saci, o neguinho do pastoreio, a caapora, o boitatá, o curupira, o velho do rio, o velho do saco, a velhinha do pesadelo, todos faziam parte do mundo que eu vivia.

De todos o que mais me amedrontava, nas altas horas da noite, era o grito do urutau, espírito que vagava em busca de não sei o que. Só que de sobrenatural nada tem o tímido pássaro chamado urutau, que só conheci depois de adulto. Esta ave alimenta-se principalmente de pequenas mariposas noturnas e durante o dia permanece imóvel junto ao tronco de alguma árvore, é necessária muita atenção para notá-lo, já que sua camuflagem é perfeita, confunde-se com um galho seco ficando praticamente igual aos outros.

Mas que seu grito, principalmente para quem houve pela primeira vez, causa um sobressalto e amedronta isso é verdade.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Ainda sobre a virada de ano/Camboriú Sc



































Franguinho na panela




Hoje, durante o almoço, lembrei de minha infância passada no interior, infância que foi vivida com muitas dificuldades, devido à situação financeira precária de meus pais, mas que mesmo assim criaram nove filhos, dos quais sou o mais novo.


O que me ocorreu, comparando ao que temos à mesa hoje, foi o que comíamos naqueles tempos, a pouca variedade, sem falar da pequena quantidade de alimento que tínhamos a disposição. Praticamente vivíamos do que produzíamos no pequeno pedaço de terra que tínhamos, apenas o suficiente para a sobrevivência, nunca havia sobras. O pouco dinheiro que entrava, vinha de serviços ocasionais que meu pai fazia como carpinteiro e ferreiro.

Éramos quase que vegetarianos, embora forçados, comíamos carne bovina em poucas ocasiões, com raras exceções, apenas no fim de ano. Mais comumente tínhamos carne de porco, frita e conservada em latas, imersas na própria banha.

Mas no domingo não podia faltar o franguinho na panela, que comíamos acompanhado de polenta ou de quirera, já que o arroz era apenas para ocasiões especiais, dias com visita.

Franguinho é modo de dizer, pois na verdade sempre era o maior espécime, que retirado do terreiro onde eram criados soltos, ficava alguns dias fechado para limpar, como dizíamos e posteriormente abatido para o almoço domingueiro.

Não estou reclamando daquele tempo, pelo contrário, trocaria com grande satisfação pelos dias de hoje. Embora nossa situação não fosse das melhores, tínhamos mais que muitas outras famílias nossas vizinhas. Alguém que ainda mantém este costume, não se acanhe, me convide um domingo destes.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O planeta e nossos filhos



Vivemos uma época de grandes preocupações com o meio ambiente, com as conseqüências daquilo que o homem provocou ao longo de muito tempo e que agora está cobrando seus tributos. Nossa geração, ainda que mal, viverá. E as próximas?


Não é necessário citar as catástrofes que ocorrem em quase todas as partes do mundo, é de conhecimento geral. Medidas devem ser tomadas para amenizar ou pelo menos retardar os efeitos do mau uso que fizemos do planeta.

Agora, na minha opinião, que pouco peso tem, acho sinceramente que em muitos casos a procura de soluções está em mãos erradas. Começando pelo ministro que apóia o confisco de arrozais produtivos para que a terra seja devolvida aos índios, achando que com isso preservará o meio ambiente. Engano, temos aqui uma reserva indígena que é exemplo de má conservação, está totalmente desmatada e sem aproveitamento nenhum. Se for para que os índios retomem suas terras, façamos as malas e voltemos para a Europa, todos, inclusive você. Ainda sobre o ministro, bonito exemplo deu ao participar ativamente na passeata para a legalização da maconha. Arroz não, maconha sim!

Quase sempre a pessoa que tem sua bela casa na cidade simpatiza com os invasores de terra no meio rural, agora pergunte sua opinião sobre os sem tetos que tomam terrenos e edifícios urbanos? Alguns que se manifestam contra a criação de novas hidrelétricas, não abrem mão de seus aparelhos eletrônicos, de jeito nenhum. Carros poluem o ambiente, mas só o dos outros, o meu não. Há muita hipocrisia andando ao nosso lado.

Aqui no meu município, surgiu um novo conflito de interesses, grandes áreas de terra, os chamados campos de Palmas, que permaneceram por séculos incultos, servindo apenas para criação de gado e de forma rudimentar, começaram a serem aproveitados para o reflorestamento, desviando com isso a atividade de áreas de mata nativa. Durou pouco o empreendimento, o Instituto Ambiental cancelou todas as licenças para o plantio, impondo pesadas multas. E os empregos gerados pela transformação da madeira, principal atividade econômica da cidade?

O bom senso tem que prevalecer, pessoas certas nos cargos certos, com conhecimento geral, não simpatizantes de uma causa.

Uma frase que circulou na internet, ganhou inclusive um concurso pela criatividade, nos leva a refletir, é comum ouvirmos: Que planeta deixaremos para nossos filhos? A frase interpela: Que filhos deixaremos para nosso planeta?

15/05/09

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

No dos outros é refresco



O nosso problema sempre é maior que o dos outros, impressionante, nossa dor de cabeça é muito, muito pior que a perna fraturada do outro. A falta de um tipo de alimento, para nós, é mais necessário do que para alguns que nada tem para comer. Um mês com pouca chuva é uma catástrofe, não lembramos daqueles que passam anos sem ver uma gota sequer. Um pedaço de pão caído no assoalho limpo, já não serve, e aqueles que disputam grãos de arroz jogados na terra?


Somos hipócritas por natureza, primeiro fazemos nossas queixas, depois ouvimos as dos outros. Preocupamo-nos com o vento forte que bate em nossa casa bem estruturada, e os barracos de lona? A chuva forte que escorre por debaixo de nossa porta é muito mais danosa para nós que o metro e meio de água que invadiu a casa do vizinho. Um pequeno problema em nosso carro, como um pneu furado, deixa-nos transtornados. E aqueles que não têm e dificilmente terão um automóvel em toda a sua vida?

O trabalho que realizamos não é agradável, mas existem muitas profissões piores, e pior que isso, muitos não tem trabalho e dariam o pouco que tem para estarem em nosso lugar.

Confesso que ultimamente ando agindo grosseiramente com pessoas que chegam para mim queixando-se de alguma dor. De minha parte cheguei à conclusão que queixas devem ser dirigidas aos médicos, estes podem indicar a o remédio para o caso. Não estou mais admitindo ouvir ais dos outros, depois da quarta cirurgia na coluna que sofri.

Afinal não fujo à regra.